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Cientificamente Comprovada a Existência de Vampiros!












Em 1616, o cientista italiano Ludovico Fatinelli publicou um artigo histórico sobre vampiros, no qual especulou que o vampirismo era causado por um agente patológico microscópico. Ele foi acusado de heresia e queimado na fogueira. Felizmente, a ciência seguiu em frente com os estudos em busca da verdade. Este artigo tem o objetivo de documentar estas informações que retratam o resultado do trabalho intenso de homens e mulheres dedicados a conhecer a verdade sobre este assunto intrigante.

O Vírus

A origem do vampirismo vem de um vírus, conhecido como Vírus Vampírico Humano (VVH). Assim como a raiva, o VVH pertence a ordem dos Mononegavirais, vírus com um genoma de RNA não segmentado de filamento negativo. Os vírus deste tipo possuem um formato parecido com uma bala de revólver. O Hospedeiro originário do vírus é uma pulga facilmente encontrada em cavernas de morcegos. Ela ataca principalmente o morcego vampiro, uma espécie rara que pode sugar sangue de animais e pessoas.

O ciclo de transmissão do vírus começa quando o morcego é picado pela pulga. Quando o morcego infectado morde sua presa, ele transmite o vírus para ela. O vírus é capaz de infectar animais e seres humanos. Ao contrário de outros vírus, o VVH não é transmitido pelo ar. Os Vírus transportados pelo ar podem passar de um hospedeiro para o outro através da respiração, podendo assim causar um surto rapidamente, infectando um número enorme de pessoas, pois é facilmente transportado por sistemas de ventilação de locais públicos, como aeroportos e shopping centers.

Para ocorrer uma transmissão infecciosa de VVH, teóricamente é preciso haver uma troca de fluidos corporais, mas na maioria dos casos o vírus é transmitido quando um indivíduo infectado morde um animal ou pessoa.


Estágios da Doença

Primeiro estágio: "A Infecção". Poucas horas após ser mordida, a pessoa sente fortes dores de cabeça, febre, calafrio e outros sintomas da gripe enquanto o corpo tenta combater a infecção. Estes sintomas podem ser facilmente confundidos com viroses comuns, porém a marca de mordida deixada no corpo é um bom indício para confirmar o diagnóstico. Este estágio da doença dura geralmente entre seis a doze horas, período o qual a vacina é 100% eficiente.

Segundo estágio: "O Coma Vampírico". Após ser mordida, dentro de 24 horas a pessoa entra em um estado conhecido como Coma Vampírico. Durante este processo, o pulso diminui, a respiração fica extremamente fraca e as pupilas se dilatam. Muitas pessoas foram enterradas vivas acidentalmente enquanto estavam em Coma Vampírico. Este fato criou o mito de que vampiros dormem em caixões.

Embora seja comum achar que uma pessoa infectada pelo VVH se transforme em um vampiro, na verdade pouquíssimas pessoas sobrevivem ao Coma Vampírico. Jovens, idosos e enfermos geralmente morrem durante o coma.

As pessoas que sobrevivem ao coma vampírico são, na grande maioria, homens entre 18 e 35 anos. O coma dura cerca de um dia. A pessoa geralmente sai do coma na noite seguinte. A vacina é 50% eficaz quando administrada neste estágio da doença. Quanto mais tempo a vítima ficar em estado de coma, menos efeito terá a vacina.

Terceiro Estágio: "A Transformação". A pessoa que sobrevive ao estado de coma, volta completamente transformado. O período de adaptação é caracterizado por depressão, fraqueza e alucinação. A maioria dos vampiros começam a caçar em um período de 24 horas após sua transformação. Neste estágio, a vacina não tem mais efeito algum.

Leia a continuação deste artigo em A Anatomia de um Vampiro!

Fonte: The Federal Vampire and Zombie Agency


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